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As Flores e as Homenagens

Meus caros leitores hoje é o dia de parabenizar! Primeiramente vou parabenizar os colunistas e jornalistas que fazem de seu ofício escrever colunas e notícias diariamente: Parabéns! A arte de escrever é muito mais complexa que acreditamos. Além de ter a ideia mestre, desenvolvê-la de acordo com que todos entendam sua mensagem é realmente trabalhoso, e eu só escrevo uma coluna semanal imagino quem precisa escrever diariamente.


Mas estamos no mês de maio, tradicionalmente voltado as mães e noivas. Entendo o lado histórico – tem a ver com a primavera no hemisfério norte, e essa história é muito assunto para essa coluna - e o comercial da construção do mês das noivas e consequentemente do dia das mães. O que é difícil entender é o motivo de ainda precisarmos de uma data para emancipar as mulheres! Desde as grandes civilizações da antiguidade e em todas as épocas temos referências femininas de grande importância. Desde a deusa Isis no Egito – a maior maga e deusa da magia do panteão egípcio -, passando por Atena e Minerva na mitologia da Grécia e Roma antiga respectivamente. As deusas Atena e Minerva em suas especialidades são muito maiores que os deuses homens no mesmo panteão. Atena entendia e atendia desde estratégias de batalhas até a arte, passando pela justiça e civilização. E Minerva não ficava atrás. Há uma discussão aqui se são duas ou uma só com nomes diferentes, mas não vem ao caso. Se pensarmos no Brasil e em pessoas, não em figuras mitológicas, teremos índias, escravas alforriadas, a heroína de dois mundos Anita Garibaldi, a Princesa Isabel, a compositora Chiquinha Gonzaga, a pintora Tarsila do Amaral, a engenheira Enedina, a médica Zilda Arns – a fundadora da Pastoral da Criança -, diversas outras cantoras, ginasticas, juristas. Cada um poderia fazer uma lista imensurável de nomes reconhecidos pelo público e importantes para a formação do nosso Brasil. Mas, além das mulheres famosas temos as cotidianas, temos mães, irmãs, amigas que estão no nosso dia-a-dia desde o nosso nascimento. São as responsáveis iniciais pela nossa formação, alimentação e cuidados. Ou seja, vivemos num mundo rodeados de mulheres que são importantes em nossa vida. E ainda vemos misoginia, machismo, discriminação, ofensas e demais despautérios contra as mulheres. Em pleno século XXI é de lascar.


Quando a sociedade vai entender que a mulher é só a versão feminina do homo sapiens? Portadora das mesmas faculdades mentais, direitos e deveres do seu congênere masculino? Isso é logico, visível, é como andar para a frente. Normalidade tão grande que fica até difícil explicar. Então, quero aproveitar que estamos no mês de maio, e continuar parabenizando não por serem exceção e sim por serem quem são: as mulheres! Parabenizo a todas as mulheres, as famosas, as cotidianas, aquelas que dão o sangue para ser voz e ter vez no mundo. Quero especialmente parabenizar a minha vizinha de coluna que também está nessa lida semanal de escrever, a Grazielle do Papo de Coach, e as adolescentes, meninas, moças do Bethel 22 Flores do Cambirela que nesse mês fazem três anos de fundação aqui na cidade de Palhoça. Essas jovens do Bethel 22 Flores do Cambirela estão empenhadas no crescimento como indivíduo e como sociedade, sempre trabalhando para a construção de uma sociedade mais justa através do envolvimento com filantropias e ações comunitárias.


Parabéns meninas, se inspirem e lutem para mostrar o seu valor e nunca deixem qualquer um menosprezá-las por serem mulheres. Vocês serão sempre melhores que qualquer misógino incompetente.


Adário Rafael Klettenberg

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