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BBB sendo BBB




Ouço pessoas escandalizadas com esta edição do Big Brother Brasil. Como não acompanho, questiono os porquês do escândalo. Ouço as respostas e nada me espanta. Isso sempre foi e sempre será o Big Brother: uma situação de pressão psicológica em que o pior das pessoas aflora.


A antiga filosofia chinesa já entendia que o princípio fundamental do universo é o equilíbrio entre um par de forças, o bem e o mal. Todos temos o bem e temos o mal. Como vivemos em sociedade, em nome da boa convivência, é crucial expor o “bem” e esconder o “mal” que habita em cada um nós. As redes sociais, onde tudo é maravilhoso, são prova cabal da tese.


Um mundo pretensa e idiotamente maravilhoso é ótimo para a convivência, mas é péssimo para a psique. As filosofias mais atraentes, no meu ponto de vista, são aquelas que trabalham o “lado negro da força”. Não significa ser mal, e sim, reconhecer o mal, entender sua participação no processo de equilíbrio e aprender a controlá-lo. Assim, em uma situação de pressão psicológica, como o confinamento do BBB, você saberia como dominá-lo.


Resumindo: os participantes do BBB são apenas cobaias em um experimento humano em que o controle mental e emocional é testado ao limite. Quando se rompe a camisa de força interior, a fera enjaulada se manifesta. E a emissora comemora o lucro!

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