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Cadê os machos?




O título pode parecer sexista, mas a preocupação é real na China! O governo chinês anda apavorado com o que ele chama de “feminização” dos estudantes no país. Para resgatar o macho na rapaziada do cromossomo Y, o Ministério da Educação lançou um programa oficial para “cultivar a masculinidade dos alunos”, reformulando aulas e incentivando a educação física e esportes “masculinos”, como o futebol. E por que eles entendem que os estudantes estão “perdendo a masculinidade”? Autoridades da China atribuem isso a dois fatores: criação liderada por mãe ou avó e a influência de ícones pop com aparência mais “feminina”, como a galerinha do K-pop, fenômeno que nem é chinês, é sul-coreano, mas que conquistou a juventude no mundo inteiro.


Há uns 15 anos, defendi a tese de que, pelo andar da carruagem, em 50 anos não haveria mais definição de sexualidade. Previ que em meia década ninguém mais seria rotulado como “homossexual” ou “heterossexual” ou quaisquer outras denominações, porque os jovens passariam a enxergar uns aos outros como iguais em termos de gênero, e a opção sexual seria mera questão de gosto pessoal, permanente (“gosto do sexo oposto e pronto” ou “gosto do mesmo sexo e pronto”) ou momentâneo (“hoje prefiro o sexo oposto”; “amanhã vou preferir o mesmo sexo”; “depois de amanhã ainda vou decidir”). Acho que errei na previsão, vai acontecer muito antes dos 50 anos! A menos que a China encontre a “fórmula do resgate da masculinidade”. Seria uma pena, porque não é a “fórmula da masculinidade” que precisa ser encontrada, e sim, a “fórmula da felicidade”, independentemente da observação do gênero.


Mas eu entendo um ângulo dessa preocupação: existem tarefas que só os brutos são capazes de fazer! Como por exemplo, meter o bedelho na feminilidade alheia!


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