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Nova Coluna - Conversa ao Acaso

Olá amigos!

Sei que é cedo ainda para chamar a todos os meus futuros leitores de amigos, por alguns motivos. Primeiro apesar do colunista Cabeção ser um monstro da comunicação em Palhoça, sou novo no seu site e não tenho a cancha dele. Segundo, dos que me conhecem não sei se todos lerão esse primeiro artigo e os próximos. Terceiro, é mais difícil manter a atenção dos leitores quando sua intenção é somente espairecer e levar informação de qualidade aos leitores, sem vínculos ou objetivos escondidos. Mas estou disposto a conquistar e manter alguns poucos leitores, afinal com a oportunidade de escrever e aprender podemos ampliar os horizontes. Deixa eu me apresentar oficialmente, Adário Rafael Klettenberg, popular Rafa da Lele. Formação Ciências Sociais, MBA em Gestão do Comercio, gestor comercial e vendedor por opção. Natural do interior de Santa Catarina, Palhocense de coração e por “usucapião” afinal já moro aqui a quase 30 anos. Escrever sempre foi um passatempo meio que negligenciado, mas tenho minhas histórias. As opções de escolhas estão sempre dadas a todos que pretendem evoluir. Acredito que não precisamos escolher sempre entre o A e o B, entendo que apesar das combinações binarias estarem sempre presentes em nosso meio, continuamente temos a possibilidade de ampliarmos as opções. Branco e preto? Tá e porque não o arco íris, com sua imensidão de tons? Bom e mal? Tá e o vivente que hoje é bom e amanhã é mal, somente porque faz escolhas diferentes das nossas? Sorvete de creme ou de chocolate? Eu prefiro o de chocolate com creme, e vocês? Escolhas quase sempre fazem parte do processo de crescimento e discernimento do que é bom para nós. E não adianta dizer para sermos altruístas, a maioria das nossas escolhas são feitas pensando no que nos faz bem. Então meus amigos, ops., leitores, vamos nos acostumar a fazer escolhas entre diversas opções, não somente entre uma ou outra. E não faz mal dizer que está indeciso, que não sabe o que escolher, a indefinição faz parte do processo de conhecimento. Se você chegou até aqui, deve estar refletindo sobre essas palavras acima – isso foi pretensão eu sei – em todos casos para complementar e defender uma tese que me é muito cara e está muito atual nesses temos, deixo abaixo uma pequena reflexão de Milan Kundera -um verdadeiro autor- o ensaio “A Amizade e a Inimizade” publicado em seu livro UM ENCONTRO, (Brasil, 2013, pag. 112): "Em nosso tempo, aprendemos a submeter a amizade àquilo que chamamos de convicções. E até mesmo com orgulho de uma retidão moral. É preciso, realmente, uma grande maturidade para compreender que a opinião que nós defendemos não passa da nossa hipótese preferida, necessariamente imperfeita, provavelmente transitória, que apenas os muito obtusos podem transformar numa certeza ou numa verdade. Ao contrário da fidelidade pueril a uma convicção, a fidelidade a um amigo é uma virtude, talvez a única, a última. Hoje eu sei: na hora do balanço final, a ferida mais dolorosa é das amizades feridas; nada é mais tolo do que sacrificar uma amizade pela política". Abraços e até semana que vem.

Adário Rafael Klettenberg Cientista Social MBA em Gestão do Comercio



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