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Retrospectiva 2020




De março pra cá, só dá Covid na retrospectiva. Então, fui pesquisar os meses de janeiro e fevereiro, pra relembrar que mundo havia antes da pandemia.


Pesquisei, primeiro, o termo “Jair Messias Bolsonaro”. De cara, o Google retorna uma notícia informando que o presidente não vetaria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o popular fundão eleitoral, mesmo a contragosto da população, porque corria o risco de sofrer um processo de impeachment. “Se não gosta do presidente, vota melhor em 2022”, disse Jair Messias, em live no Facebook, na época. Tá dado o recado, presidente!


Pesquisei, então, o termo Educação, e logo aparece uma manchete que hoje podemos chamar de profética, publicada em uma revista do grupo Abril: “Qual será o futuro da educação a distância?” Mal sabia o editor que a educação seria toda à distância de março em diante!


Pesquisei “saúde” e aí veio a incoerência: ao mesmo tempo em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarava situação de emergência no mundo em função da Covid-19 e as autoridades brasileiras já preparavam planos de ação contra a disseminação do novo coronavírus, um site governamental dava dicas de como cuidar da saúde no Carnaval! Vai entender!


Pesquisei “esporte”, achando que a coisa iria dar uma amenizada, e também veio perrengue: esquema de manipulação de resultados no Rio; e no país todo, dirigentes reclamando que as novas regras de Lei de Incentivo ao Esporte iriam minar a formação de atletas. Pelo menos em Palhoça tivemos um grande feito esportivo a comemorar: o título do prestigiado Rally dos Sertões, conquistado pelo piloto palhocense Ricardo Martins nas motos!


Aí pesquisei “cultura”: “Bolsonaro estuda dar status de ministério para Cultura se Regina Duarte aceitar convite”. Pois aceitou e deu no que deu. Aí veio o ministro Mário Frias, que recebeu no Ministério o cara do ET Bilu! De fato, produzir cultura no Brasil é coisa pra abnegados extraterrestres!



Por falar em cultura...


A pandemia foi uma tragédia para o setor cultural, em função das medidas de distanciamento social. Nossos artistas pagaram os pecados em 2020. E teve uns que pagaram mico, também, em lives mal sucedidas. Quem tem trabalho autoral, aproveitou o tempo para compor.


Já mencionei aqui neste espaço o novo trabalho do músico Pevê, e minha personalidade artística está se manifestando novamente neste momento para indicar outro músico palhocense: Hugo Malagoli, também conhecido como “Joe Love” ou “Elvis Cash”, para os íntimos – em seu trabalho, é visível a influência de Elvis Presley e Johnny Cash. Depois de “A Cor do Tempo”, música com uma levada rockabilly, lançada em novembro, Hugo apresenta “Aquela Vida de Antes”. O lançamento está previsto para o dia 16 de dezembro, nas principais plataformas digitais, como o Spotify. Confira aqui!

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